Mestrado em Odontologia

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    Microdureza, sorção e solubilidade de resinas de impressão 3D utilizadas para prótese
    (UNISA, 2026) Silva, Vinicius Sato
    O objetivo desse trabalho foi avaliar propriedades físicas e químicas de resinas de impressão 3D utilizadas para prótese. Foi confeccionado um total de 50 amostras em formato de discos com dimensão de 10 × 2 mm, separadas 25 para o ensaio de microdureza e 25 para sorção e solubilidade, onde foram divididas em grupos (n=5) de acordo com a marca: Yller; Printax; Monille; Prizma e Smartdent. A medição de microdureza Knoop foi realizada 5 vezes, em regiões distintas de uma mesma superfície na amostra, utilizando carga de 50 gf aplicada por 10 segundos. Os testes de sorção e solubilidade em água seguiram as recomendações da norma ISO 20795 1. Foram realizadas pesagens em 3 momentos: após secagem dos espécimes em estufa a 37 °C por 24 horas e transferência para dessecador por mais 24 horas (M1), após 7 dias de imersão em água destilada em estufa a 37 °C (M2); e após secagem por 24 horas em estufa, seguida por 24 horas em dessecador (M3). Para o cálculo de volume, foram utilizadas as medidas de espessura e diâmetro obtidas com paquímetro analógico. O valor de sorção de água foi calculado pela fórmula (M2 – M3) /V e a solubilidade pela fórmula (M1 – M3)/V. Os dados foram inicialmente avaliados quanto à normalidade e à homoscedasticidade. Para sorção e solubilidade, as médias foram analisadas por ANOVA de um fator, seguida do teste post hoc de Tukey (HSD) para comparações múltiplas com nível de significância de 5%. Quanto à microdureza, os dados foram analisados pelo teste de Kruskal-Wallis, seguido de comparações múltiplas com correção de Bonferroni (α=0,05). O maior valor de sorção foi verificado na resina Smartdent, e o menor na resina Yller, com diferença estatisticamente significativa (p < 0,05). Para solubilidade, o maior valor encontrado foi da marca Printax, e o menor valor foi da marca Prizma, que apresentou valor negativo (ganho de massa), com diferença estatisticamente significativa (p < 0,05). No teste de microdureza, o maior valor foi apresentado pela resina Monille, e o menor por Smartdent, com diferença estatisticamente significativa (p < 0,05). A resina Yller apresentou o melhor desempenho geral, e a resina SmartDent, o pior.
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    Influência de esponja ossificante com ou sem PRF nas alterações dimensionais dos tecidos peri-implantares em implantes imediatos
    (UNISA, 2025) Alves, Alexandre de Lima
    A remodelação óssea e tecidual após exodontia representa um desafio clínico significativo, especialmente em reabilitações com implantes imediatos, nas quais a preservação do volume do rebordo alveolar é essencial para resultados estéticos e funcionais. Portanto, este trabalho teve como objetivo avaliar as alterações dimensionais do tecido periimplantar após a instalação de implantes imediatos, utilizando esponja ossificante (OSSIX™ Bone), como biomaterial de preenchimento do gap, associada ou não à membrana de plasma rico em fibrina ( PRF). Foram incluídos 16 pacientes com necessidade de exodontia e reabilitação por implantes imediatos em regiões posteriores de maxila e mandíbula. Os pacientes foram randomizados em dois grupos: Grupo 1 (esponja ossificante sem membrana de PRF) e Grupo 2 (esponja ossificante com membrana de PRF). As alterações tridimensionais dos tecidos moles foram analisadas por escaneamento intraoral nos períodos operatório (T1), 14 dias (T2) e 4 meses (T3). A variação óssea marginal foi mensurada por radiografia digital padronizada e analisada no software ImageJ. Os dados foram submetidos à ANOVA 2 critérios, com nível de significância de 5%. Ambos os grupos apresentaram perda progressiva de tecido peri-implantar em altura com passar do tempo, tanto na vestibular e lingual/palatino (p<0,001), porém sem diferença estatística significativa entre os grupos. Em relação as cristas ósseas proximais, também não foram observadas alterações estatisticamente significantes, tanto na mesial quanto na distal nos períodos avaliados. Logo, conclui-se que o uso de esponja ossificante como biomaterial de preenchimento de gap na instalação de implantes imediatos, apresentou alterações nos tecidos peri-implantares semelhantes às observadas em associação com membranas de PRF. Dessa forma, este biomaterial configura-se como uma alternativa eficaz para o preenchimento de gaps, podendo ser utilizado isoladamente, apresentando resultados promissores.
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    Avaliação da adesão do biofilme de Streptococcus gordonii em superfícies de zircônia e PEEK, submetidos ou não à clorexidina: estudo in vitro
    (UNISA, 2025) Souza, Antonia Alice Lima de
    A regeneração óssea guiada (ROG) constitui uma das principais técnicas para reconstrução de defeitos ósseos, e novos materiais têm sido investigados visando aumentar a previsibilidade e o sucesso clínico. Entre as barreiras não reabsorvíveis utilizadas em ROG, a zircônia e o PEEK podem sofrer exposição ao meio bucal, ficando suscetíveis à ação da saliva, à colonização bacteriana e à formação de biofilme. Diante da escassez de estudos que avaliem a interação dessas superfícies com microrganismos colonizadores iniciais, este estudo teve como objetivo analisar a adesão do biofilme de Streptococcus gordonii em corpos de prova de zircônia e PEEK, submetidos ou não à clorexidina. Foram confeccionados 36 corpos de prova por tecnologia CAD-CAM, devidamente polidos e esterilizados, sendo 18 de zircônia (Z) e 18 de PEEK (P). Cada material foi dividido em subgrupos controle (Z e P), tratados com soro fisiológico 0,9% estéril, e subgrupos experimentais (ZC e PC), tratados com clorexidina 0,12%, totalizando 9 corpos de prova por subgrupo. Para formação do biofilme, os espécimes foram inoculados com 200 μL de suspensão de S. gordonii (1×10⁶ células/mL) e incubados a 37°C e 5% de CO₂ por 24 horas. Após lavagem conforme o protocolo de cada subgrupo, os biofilmes aderidos foram removidos, plaqueados em meio específico e incubados por 24 horas a 37°C para posterior contagem de colônias. Os dados foram analisados pelos testes de Shapiro–Wilk e Mann–Whitney com nível de significância de 5%. Os resultados indicaram que o grupo P apresentou maior UFC/mL em comparação ao grupo Z (p = 0,0315). A aplicação de clorexidina reduziu a adesão bacteriana em ambos os materiais e não houve diferença estatisticamente significante entre os grupos ZC e PC (p = 0,1238). Tanto zircônia quanto PEEK apresentaram maior UFC/mL nos grupos controle em relação aos grupos tratados (p = 0,0001). Conclui-se que o PEEK apresentou maior adesão de S. gordonii em comparação à zircônia, tanto na condição controle quanto após o tratamento com clorexidina.
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    Avaliação dos sistemas de irrigação externo e interno no controle da temperatura durante a osteotomia para inserção de implantes odontológicos: revisão de literatura
    (UNISA, 2012) Nunes, Jorge Kerbe
    Na década de 60, o pesquisador Per-Ingvar Branemark definiu a osseointegração. Foi estabelecido como pré-requisito para o seu sucesso: a não interposição de tecido mole entre o corpo do implante e o tecido ósseo em questão. Para evitar o insucesso, os cuidados com a osteotomia na preparação do leito receptor dos implantes são importantes. Dentre esses cuidados, o não aquecimento do osso adjacente à osteotomia é fundamental. A revisão da literatura sobre a osseointegração mostrou que diversos estudos foram realizados para verificar os fatores determinantes do trauma cirúrgico durante a inserção dos implantes e quais os meios para evitá-los. A elevação da temperatura durante a osteotomia foi um dos fatores mais importantes para o insucesso da técnica cirúrgica, já que pode desnaturar enzimas fundamentais no processo de mineralização óssea, como a fosfatase alcalina. Os primeiros pesquisadores, em seus trabalhos in vitro, revelaram que a temperatura crítica a ser controlada durante a osteotomia seria de 56°C, porém estudos mais recentes mostraram que uma temperatura de 47°C por um minuto poderia causar osteonecrose e perda do implante. Estes estudos destacam diversos recursos para manter a temperatura abaixo da considerada crítica, dentre eles, os sistemas de irrigação externo ou interno que foi o foco desta revisão de literatura. Dessa forma, o objetivo foi verificar as diferenças entre os sistemas de irrigação do tipo externo e do tipo interno usado para o controle da temperatura local tanto das brocas como do tecido ósseo adjacente durante a osteotomia para a inserção de implantes osseointegrados. Baseado na literatura é imprescindível a utilização da irrigação durante a confecção dos alvéolos cirúrgicos para a inserção de implantes dentários, independentemente, de serem interno ou externo, já que os estudos mostram que o desempenho de ambos é semelhante, salvo em casos específicos, como no caso de cirurgias guiadas, em que a irrigação interna é mais eficiente.
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    Avaliação da estabilidade dimensional de enxertos ósseos em calvaria de coelhos utilizando-se diferentes porcentagens de mistura de osso
    (UNISA, 2012) Saiki, Carlos Eduardo Takeshi
    O desenvolvimento de novos materiais para substituir o tecido ósseo tem crescido juntamente com o aumento de procedimentos reconstrutivos e reabilitação com implantes dentais osseointegrados. Diversos substitutos ósseos têm sido utilizados tentando minimizar o trauma cirúrgico e morbidade do paciente diminuindo e até eliminando a necessidade de remoção de osso autógeno, porém ainda não há um consenso sobre o material ideal, a utilização do Bio-Oss® combinado com o osso do removido do paciente tem apresentado bons resultados para cirurgia de elevação do assoalho do seio maxilar previamente a colocação de implantes dentais, e no presente estudo observou-se que quanto maior a quantidade de Bio-Oss® melhor a estabilidade dimensional sendo verificado que o Bio-Oss® puro ou adicionado com 25% de osso autógeno apresentam reabsorção menor que 10% de seu volume enquanto o osso autógeno isoladamente apresentou reabsorção três vezes maior.