Serviço Social

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    Serviço social de rede em rede: cidadania e inclusão social nos campos de futebol
    (UNISA, 2007) Salomão, Pedro José Fernandes
    O futebol é um esporte que atinge a todos sem discriminação, porém de formas diferentes, por sonhos particulares que variam conforme o nível sócio-econômico. Meninos em situação de vulnerabilidade social idealizam se tornar jogadores famosos, pois conhecem exemplos que, mesmo vindo de classe sócio-econômica menos favorecida, atingiram a notoriedade, fato que se torna sua principal referência. O sistema em que vivemos traz nele a influência da mídia, que dita os “heróis” a serem seguidos por meninos e jovens. Desperta o desejo de atingir o sucesso assim como acontece com seus “ídolos”, porque acreditam ser uma das únicas formas de terem reconhecimento como cidadãos. Por isso a importância da atuação do Assistente Social nas Instituições promotoras do esporte, propiciando a esses futuros atletas a integração social em uma estrutura com ambiente familiar e acolhedor, esclarecendo assim o significado do conceito de cidadania.
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    Aspectos relevantes no cotidiano dos “meninos de rua” na região central da cidade de São Paulo
    (UNISA, 2007) Souza, Julia Rosa de
    O presente trabalho visa contribuir para a ampliação da discussão a respeito da situação vivida pelas crianças e adolescentes nos grandes centros urbanos do Brasil, em especial nas ruas da Região Central da Cidade de São Paulo, tendo em vista o processo histórico capitalista, que traz como conseqüência a fragilização dos vínculos familiares, devido ao agravamento das condições de vida de suas famílias. Nessa perspectiva para a pesquisa de campo foram entrevistados "meninos de rua" no centro da Cidade de São Paulo, com vínculos familiares. Buscou-se refletir sobre o processo de Reestruturação Produtiva do capital que aliado à proposta neoliberal na atualidade, traz desemprego estrutural que deteriora os meios de vida dos trabalhadores e reflete na desintegração familiar, o que aumenta a violência, a miséria e o número de “meninos de rua”.
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    Envelhecimento, relações de gênero e qualidade de vida: o trabalho do/a assistente social com a população idosa
    (UNISA, 2018) Silva, Ana Paula da; Anunciação, Cláudia da; Oliveira, Jaqueline Ferreira de; Sousa, Maria do Socorro de
    Esta pesquisa partiu da necessidade de conhecer como está o envelhecimento na contemporaneidade frente a relação de gênero, e verificamos como se dá a atuação do/a assistente social frente à população idosa na faixa etária de 60 a 80 anos, no que diz respeito à melhoria da qualidade de vida e de bem-estar físico, social e emocional dos mesmos. Para tanto, realizamos uma pesquisa empírica de cunho qualitativo, com entrevistas semiestruturadas junto a duas assistentes sociais que atuam com esta população em espaços de convivência, e oito idosos/as sendo quatro do sexo masculino e quatro do sexo feminino, com idades entre 60 e 80 anos. Os resultados esperados a partir da análise dos dados coletados são que as assistentes sociais realmente são envolvidas com o trabalho, sendo possível verificar que conhecem a população atendida, assim como as suas necessidades, apresentam ainda que a maioria de participantes das atividades voltadas para a melhoria da qualidade de vida é de mulheres. Quanto aos/as idosos/as, os homens, apesar de ser em número menor que o de mulheres participantes, demonstra muita satisfação em poder participar de atividades que promovam qualidade de vida, desmitificando a relação de gênero no que diz respeito ao cuidado com sua saúde. As idosas, da mesma forma apresentam sua preocupação com o envelhecimento ativo e saudável que possa lhes proporcionar um bem-estar psicossocial e uma maior longevidade. E que, portanto, vimos por meio desta pesquisa que a atuação das profissionais realmente contempla o que está previsto nas normativas da sua profissão, de forma a promover a estes/as idosos/as a sua autonomia, interação social, autoestima e o reconhecimento enquanto cidadãos/ãs de direito.
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    Uma nova porta se abre: a inserção de travestis e transexuais no mercado de trabalho formal após o programa transcidadania
    (UNISA, 2018) Magalhães, Itálo Santos; Silva, Laiza Roque da Cruz; Oliveira, Lucicláudia da Silva
    O trabalho a seguir discorreu sobre uma análise de dados realizada com beneficiadas do Programa Transcidadania na cidade de São Paulo. O intuito deste trabalho foi verificar como o Programa Transcidadania impactou na empregabilidade de suas formadas (os) e como a (o) profissional de Serviço Social contribui nesse processo de formação. Tal objetivo surgiu a partir de indagações referentes a questão de violações no âmbito laboral de transexuais e travestis e de que forma o Serviço Social atua nessa demanda mais contemporânea. Utilizamos como metodologia de pesquisa, a pesquisa qualitativa, uma entrevista com duas assistentes sociais presentes no Programa Transcidadania e três beneficiadas do programa, usado como instrumentais um roteiro de questões e um gravador para registro das entrevistas. Conclui-se por meio do presente estudo quanto à efetividade do Programa Transcidadania na empregabilidade das pessoas transexuais e travestis, que o programa serve como suporte para um processo de autonomia e visibilidade dos direitos de suas beneficiadas. No que diz respeito ao trabalho das profissionais de Serviço Social, as mesmas apresentaram concreta contribuição nesse processo, além de atuarem de forma que entre em consonância com o Projeto Ético Político.
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    As condições de vida das pessoas em situação de rua, usuárias da Associação Rede Rua
    (UNISA, 2007) Souza, Adriana Ignacio de; Silva, Roberta Alves da
    Este trabalho preocupou-se em entender o processo desde a chegada à saída das ruas, através da Associação Rede Rua. As questões pertinentes levantadas nesta pesquisa têm o intuito de compreender quem são as pessoas em situação de rua, porque chegam a morar na rua, como são considerados, nas relações que mantém em busca da inserção no trabalho, para construir novas relações, para a própria sobrevivência e como ocorre o processo de saída das ruas. A pesquisa recorreu à entrevista em profundidade, sendo a análise dos dados relacionados com o referencial teórico, com os dados obtidos, através da Associação Rede Rua, adquiridos por meio do SISRUA e a pesquisa realizada em dezembro de 2000 e agosto/setembro de 2003 pela FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) e a Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS) na cidade de São Paulo. Neste estudo pudemos observar que o processo de saída das ruas está intrinsecamente ligado com a estabilidade financeira, adquirida através do trabalho, mesmo sendo majoritariamente no mercado informal.