Prevalência das alterações dos tecidos perimplantares após colocação de próteses sobre implantes
Prevalência das alterações dos tecidos perimplantares após colocação de próteses sobre implantes
| dc.contributor.author | Soares, Donata de Souza | pt |
| dc.date.accessioned | 2023-05-20T12:43:35Z | pt |
| dc.date.available | 2023-05-20T12:43:35Z | pt |
| dc.date.issued | 2005 | pt |
| dc.description.abstract | Esta pesquisa foi realizada em um grupo de pacientes da clínica de especialização de lmplantologia da UNISA, com o propósito de verificar a prevalência de mucosite e perimplantite após a colocação de próteses sobre implantes, e a eventual associação dessas alterações com o grau de higiene oral. De todos os pacientes convocados, 27 compareceram e fizeram parte deste estudo, obtendo-se um "n" de 76 implantes. Exames foram realizados utilizando-se o índice gengival (IG) de Lõe e Silness e o índice de placa (IPI) de Guigley-Hein modificado por Turesky, para uma correlação entre biofilme bacteriano e inflamação tecidual, além dos possíveis traumatismos encontrados. Para apresentar os resultados, optou-se por agregar em grupos as alterações encontradas nos tecidos perimplantares baseando-se no tipo de tratamento proposto por Spiekermann, em seus diferentes graus de severidade, adotando um novo modelo de classificação. No final do estudo ficou constatado o predomínio de alterações perimplantares capazes de serem revertidas sem procedimento cirúrgico, 47%; enquanto 38% dos implantes analisados apresentaram mucosa saudável ao seu redor; em 12% evidenciouse alterações perimplantares capazes de serem revertidas através de procedimentos cirúrgicos e apenas 3% foram explantados. Com relação ao (IG), 37% dos implantes apresentaram alguma quantidade de sangramento, no entanto, na maioria das situações mais severas, não foi constatado sangramento, ou seja, obteve-se Grau O, já no (IPI) verificou-se que todas as alterações perimplantares se manifestaram envolvidas pela presença do biofilme, independentemente da sua quantidade. Diante dos resultados é permitido concluir que a ocorrência de inflamações perimp\antares, nos seus diversos graus, foi alta no grupo estudado e que a saúde dos tecidos perimplantares depende, em parte, de um controle efetivo do biofilme ao redor dos implantes. Porém, a presença do biofilme em maior ou menor quantidade, em momento isolado, não reflete a condição real de saúde ou doença perimplantar, uma vez que estes não são os únicos responsáveis pela instalação das mesmas. | pt |
| dc.identifier.citation | SOARES, Donata de Souza. Prevalência das alterações dos tecidos perimplantares após colocação de próteses sobre implantes. Orientador: Paulo José Bordini. 2005. 123 f. Dissertação (Mestrado em Odontologia) - Universidade Santo Amaro, São Paulo, 2005. | pt |
| dc.identifier.uri | http://dspace.unisa.br/handle/123456789/1265 | pt |
| dc.language.iso | pt | pt |
| dc.publisher | UNISA | pt |
| dc.subject | Implantes Osseointegrados | pt |
| dc.subject | Perimplanite | pt |
| dc.subject | Doença Perimplantar | pt |
| dc.subject | Mucosite Peri-Implantar | pt |
| dc.subject | Tratamento Peri-Implantar | pt |
| dc.subject | Diagnóstico | pt |
| dc.title | Prevalência das alterações dos tecidos perimplantares após colocação de próteses sobre implantes | pt |
| dc.type | Dissertação | pt |
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