Biomedicina

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    Comunicação bidirecional entre a microbiota intestinal e o eixo intestino-cérebro: mecanismos de desenvolvimento na fisiopatologia da depressão e ansiedade
    (UNISA, 2022) Queiroz, Amanda Maria de
    A depressão e ansiedade são doenças comumente negligenciadas, frequentemente por preconceitos socialmente estabelecidos, o que torna o estudo dessas doenças sob várias óticas extremamente importante. Sendo assim, o objetivo desse trabalho é compreender a relação entre a microbiota intestinal, o eixo intestino-cérebro e o desenvolvimento de depressão e ansiedade. Para compreender essa relação foi realizada uma revisão bibliográfica, de caráter exploratório, através do uso de artigos científicos. Esse estudo permitiu concluir que o desequilíbrio nacomunicação bidirecional entre a microbiota intestinal e o eixo intestino-cérebro, através de mecanismos como neurotransmissores, metabolismo do triptofano, inflamação e eixo hipotálamo-hipófise-adrenal (HPA), podem auxiliar no desenvolvimento de transtornos mentais como depressão e ansiedade.
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    Infecção pelo vírus da dengue: Foco na resposta imunológica
    (UNISA, 2022) Santos, Lindsay Kaori Aguena dos
    O vírus da Dengue é uma arbovirose que pertence à família Flaviviridae, do gênero Flavivírus, onde possui quatro sorotipos geneticamente distintos, DEN-1, DENV-2, DEN-3 e DENV-4. O vírus é transmitido pela fêmea do mosquito Aedes aegypti (quando também infectada pelo vírus) causando a manifestação clássica da doença ou na forma hemorrágica. A transmissão é favorecida pelo descuido do homem, deixando água parada em pneus, vasos de plantas ou qualquer outro objeto que possa armazenar água da chuva, levando ao período de proliferação das larvas e posteriormente os mosquitos. No verão aumenta os criadouros por conta de chuvas e altas temperaturas, acelerando o desenvolvimento do mosquito. Os pacientes infectados pelo vírus podem apresentar sinais e sintomas como febre, dor de cabeça, cansaço, dores musculares e vômitos, nesse momento o sistema imunológico começa a trabalhar para combater o vírus. Uma resposta inflamatória começa acontecer, recrutando monócitos/macrófagos para os sítios de infecção primária. O vírus começa a se multiplicar e replicar, o DENV se replica com a ajuda de um complexo de replicação, que é um compartimento citoplasmático que se projeta para o reticulo endoplasmático. Os métodos de diagnósticos são constituídos pela técnica de ELISA, RT-PCR e prova do laço. O tratamento pode ser feito com uso de analgésicos e antitérmicos. O objetivo do trabalho é apresentar qual a funcionalidade das células imunológicas diante de uma infecção, apresentar métodos de prevenção e qual técnica deve ser utilizada para o diagnóstico. A metodologia do trabalho foi buscar informações em bancos de dados confiáveis para apresentar conhecimento sobre o assunto apresentado. Como resultado o entendimento de como o vírus age no organismo do hospedeiro e como devemos nos manter protegidos do mosquito Aedes aegypti.
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    A microgravidade como modelo de estudo e compreensão das bases fisiológicas: sua contribuição para homeostase osteomineral
    (UNISA, 2022) Miyake, Alaiane Rodrigues Santos
    O presente trabalho de revisão bibliográfica foca-se nas alterações fisiológicas que acontecem a nível esquelético, quando o ser humano é exposto por um período a um ambiente de microgravidade e a contribuição dos estudos para pacientes com osteopenia e/ou osteoporose. Embora a exposição à microgravidade seja limitada a um pequeno grupo de pessoas, algumas alterações nos astronautas causadas pela microgravidade mostram semelhanças em relação a algumas populações terrestres. Para além de referir as modificações que acontecem ao corpo humano de forma a que este se consiga adaptar a um novo ambiente, também se discute o atual programa de acompanhamento aos astronautas, o qual tem como objetivo minimizar estas alterações. O exercício físico além de beneficiar os astronautas, beneficiam pacientes com osteoporose, pois, as pesquisas clínicas indicam que exercícios que geram impacto e/ou tensão constitui um importante estímulo para a formação e fortalecimento dos ossos, pois transmite ao organismo a mensagem de que ele precisa aumentar a massa óssea para resistir ao impacto. Além disso, estimula a absorção de cálcio no organismo. A área da biomedicina espacial tem ainda muitas questões que se encontram por esclarecer e por isso é fundamental que se invista na pesquisa e investigação de medidas inovadoras para minimizar o descondicionamento num futuro próximo.
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    Diagnóstico da infecção por Strongyloides stercolis em cães utilizando o método de cultura em placa de ágar
    (UNISA, 2022) Santos, Natalia Nicacio
    A estrongiloidíase é a infecção parasitária causada pelo nematódeo intestinal Strongyloides stercoralis. Trata-se de uma infecção humana crônica e assintomática em que os cães podem assumir o papel de reservatório. A parasitose se agrava mediante a situações de imunocomprometimento. O diagnóstico da parasitose é realizado principalmente por meio do exame parasitológico das fezes. Diversas técnicas de diagnóstico vêm sendo testadas com a finalidade de aprimorar os parâmetros de diagnóstico, sobretudo a sensibilidade. A cultura em placa de ágar é a técnica que apresenta valores mais apreciáveis, mesmo diante na demora para obtenção de resultados consistentes. Diante disso, o objetivo deste estudo foi comparar a eficiência de duas técnicas de cultura em placa de ágar no diagnóstico dos nematódeos intestinais em amostras caninas. O presente estudo foi aprovado pela CEUA UNISA sob protocolo 19/2020. Uma alíquota das diferentes amostras de fezes de 60 cães foi semeada em placas de ágar motilidade e nutriente. As placas foram incubadas por 48h a 25ºC, sendo que após este período as placas foram lavadas com álcool 70% por 10 minutos. O lavado foi coletado, centrifugado e o precipitado foi lido sob microscopia óptica. Três amostras (5%) foram positivas no método de cultura em placa de ágar, sendo que apenas 2 (3,3%) em cada uma das técnicas utilizadas (meio de cultura motilidade e meio nutriente). Apenas 1 amostra (33,3%) apresentou positividade em ambas as técnicas utilizadas. Este é o primeiro estudo que realiza uma análise comparativa entre os meios de cultura e também que realiza o diagnóstico das parasitoses em que a observação das larvas dos nematódeos se fazem possíveis. Novos estudos com mais animais devem ser realizados para fins comparativos. Ambas as técnicas se mostraram eficientes no diagnóstico da infecção pelo Strongyloides stercoralis em cães e podem ser utilizadas para identificação do tipo de nematódeo que acomete os animais.
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    Lesões cerebrais em pacientes acometidos pela COVID-19: Observação de neuroimagem sobre a ressonância magnéticapt
    (UNISA, 2022) Cabral, Bruno Mendes
    Os coronavírus são vírus envelopados, podem infectar humanos e animais, o vírus é visível por microscopia eletrônica, e é formado por glicoproteínas. Os coronavírus são agentes causadores de patologias respiratórias, hepáticas, intestinais e neurológicas. Os primeiros relatos da doença do COVID-19 surgiram em dezembro de 2019 em Wuhan, província de Hubei centro da China, em janeiro de 2020 o vírus teria infectado em média 2.761 de pessoas na China e foi associado a 80 mortes. Os sintomas típicos são: febre, tosse seca, dificuldade respiratória, cefaleia e pneumonia. O instituto de Virologia Wuhan constatou que a maioria dos primeiros pacientes infectados tiveram contato com o mercado de frutos do mar de Wuhan.2 A OMS anunciou que a epidemia era uma emergência de saúde pública de interesse internacional, posteriormente em 30 de janeiro de 2020 declarou ser uma pandemia. Com o aumento progressivo de pacientes com COVID-19, apareceram diversos sinais e sintomas e os relatos de danos neurológicos que afetam o sistema central e periférico começaram a serem evidentes.3 As complicações por COVID-19 normalmente são mais presentes no sistema respiratório, mas há relatos crescentes de complicações envolvendo o sistema nervoso central e periférico. Os sintomas dessas complicações podem variar em encefalopatia, meningoencefalite, acidente vascular cerebral isquêmico e encefalopatia necrosante aguda. Na ressonância magnética de crânio com sequência FLAIR foi possível identificar infartos e micro hemorragias, esses achados apontam que o SARS-CoV-2 pode alterar a barreira hematoencefálica e entrar no cérebro, e explica o aparecimento dos sintomas neurológicos e a formação de microtrombos fatais e até a ocorrência de encefalite associada ao COVID-19.