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Navegando Programas de Doutorado por Assunto "Cães"
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- ItemErliquiose e Babesiose em São Paulo: impacto de condutas clínicas na seleção de patógenos(UNISA, 2025) Costa, Camila de Abreu Aires RibeiroDoenças hemoparasitárias são proeminentes em animais domésticos, particularmente no Brasil, um país tropical com uma ampla gama de vetores. Este estudo investigou a epidemiologia de Babesia vogeli e Ehrichia canis em amostras de sangue total de cães nas regiões sul, norte e leste de São Paulo e Osasco (região da Grande São Paulo), Brasil. Amostras de sangue total de 1219 cães foram testadas para a presença de DNA de B. vogeli por qPCR usando o gene da proteína de choque térmico de 70 kDa de B. vogeli (hsp 70), e 1041 cães foram testados para a presença de E. canis usando sorologia com o método ELISA para anticorpos anti Ehrlichia canis. Alinhado a isso foi realizado um questionário avaliando a conduta de médicos veterinários da respectiva região de estudo em relação a exames solicitados e tratamentos realizados para as doenças em questão. Das 1219 amostras de sangue de cães, 16,16% foram positivas para B. vogeli e das 1041 amostras de sangue de cães rastreadas para a presença de E. canis, 17,87% foram positivas. As variáveis avaliadas do questionário foram determinadas como não associadas à ocorrência de B. vogeli e E. canis na cidade de São Paulo e Osasco, Brasil.
- ItemPesquisa sorológica em cães para a bactéria do gênero Rickettsia e desenvolvimento de material educativo sobre a Febre Maculosa na Região Metropolitana de São Paulo, SP, Brasil(UNISA, 2024) Carvalho, Tânia Regina Vieira deA Febre Maculosa (FM) é uma antropozoonose relatada apenas no continente americano e tem por principal agente etiológico a Rickettsia rickettsii. No Brasil a sua transmissão está associada ao parasitismo por carrapatos do gênero Amblyomma spp.. A expansão da área urbana da Região Metropolitana de São Paulo (RMSP), vem suprimindo remanescentes de Mata Atlântica, favorecendo a aproximação do ambiente urbano ao habitat do Amblyomma aureolatum, aumentando os casos de FM nessas áreas. O presente estudo objetivou entender a dispersão da FM na RMSP. Para tanto, a presença de anticorpos anti-Rickettsia rickettsii, Rickettsia parkeri e Rickettsia bellii foi avaliada em cães atendidos nos hospitais públicos veterinários de São Paulo. Foram 602 amostras de soro analisadas pela Reação de Imunofluorescência Indireta (RIFI) com ponto de corte de 1:64. Os títulos para Rickettsia rickettsii, variaram de 64 a 1024, com positividade de 16,27% (98/602), para Rickettsia bellii, de 64 a 512 e 9,96 % (60/602), Rickettsia parkeri, de 64 a 2048 e 20,76% (125/602). Tendo por provável antígeno envolvido em reação homóloga: Rickettsia rickettsii com 3,57% (5/149), Rickettsia parkeri com 26,42% (37/140) e Rickettsia spp com 70,00% (98/140). Os achados permitem concluir que a RMSP apresenta riscos de casos humanos de FM, pois apresenta fragmentação de Mata Atlântica, mantendo o vetor do gênero Amblyomma, bem como a presença de Rickettsia rickettsii circulante nos cães, confirmada pela existência de anticorpos. Frente a esses resultados, corroborados por estudos anteriores, entendemos premente a conscientização da população por meio de tecnologias educacionais visando a prevenção da doença na população da área. Nesse contexto, construímos e validamos a tecnologia em educação denominada Kit Educação em Saúde sobre a FM na RMSP.