Clínica Médica e Cirúrgica de Pequenos Animais

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    Complexo granuloma eosinofílico
    (UNISA, 2012) Guimarães, Ana Paula Pereira
    O complexo granuloma eosinofílico é uma uma síndrome onde se tem um conjunto de lesões com diferentes padrões de reação. Esta síndrome esta dividida em granuloma eosinofílico, placa eosinofílica e úlcera eosinofílica. Essas 3 formas estão agrupadas porque podem ocorrer separadas ou comcomitantemente em um mesmo animal. São várias as causas: alérgicas, virais, bacterianas, auto imunes, genéticas, parasitárias e idiopáticas. O granuloma eosinofílico aparece na região posterior dos membros pélvicos em forma de cordão, na face e na cavidade oral, sem prurido. A placa eosinofílica é encontrada na região do abdome, região inguinal, na parte interna ou externa das extremidades pélvicas, no pescoço, nos interdigitos em forma de placas alopécicas em relevo, eritematosas e ulceradas, com prurido. Já a úlcera eosinofílica pode ser uni ou bilateral e apresenta se como uma erosão rasa na região da rafe mediana, sem prurido ou dor. O tratamento de escolha é glicocorticóide.
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    Pênfigo foliáceo canino
    (UNISA, 2012) Domingues, Mariane Pelegrini
    As dermatoses autoimunes, de ocorrência rara em pequenos animais, são caracterizadas pela produção de anticorpos contra componentes normais da pele. Dentre esse grupo de enfermidades o Pênfigo Foliáceo é a doença autoimune mais frequente em cães. Embora não tenha sua etiologia bem esclarecida, o Pênfigo Foliáceo Canino parece ter apresentação idiopática, ou relacionada ao uso de fármacos e doenças crônicas. Tem como principais sintomas lesões cutâneas, na forma de crostas, pústulas e alopecia, podendo apresentar sintomatologia sistêmica num quadro clínico generalizado. O diagnóstico é baseado na anamnese, exame físico, citologia, imunofluorescência ou imunohistoquímica e histopatologia. Drogas imunossupressoras e imunomoduladoras são de escolha para o tratamento.
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    Demodiciose Canina
    (UNISA, 2014) Carvalho, Daniela Mierzwa Vieira
    A Demodiciose Canina é uma enfermidade Dermatológica muito comum na rotina Médico Veterinária. É uma Dermatopatia parasitária causada pela proliferação exagerada nos folículos pilosos do ácaro denominado Demodex canis, o qual faz parte da microbiota cutânea de um cão hígido. Esta enfermidade, também conhecida como sarna demodécica, sarna vermelha, sarna negra e sarna folicular, pode se apresentar em sua forma localizada ou generalizada, e pode ser de caráter juvenil ou adulto. Quando acomete animais adultos normalmente seu tratamento torna-se mais complicado e pode estar ou não associada a outras enfermidades não dermatológicas de cunho primário. Dentre os meios diagnósticos, o exame parasitológico de raspado cutâneo e o exame parasitológico com fita de acetato são os mais indicados e usados na rotina clínica. Amitraz, ivermectina, moxidectina, doramectina e milbemicina oxima, são os fármacos mais utilizados no tratamento desta enfermidade. Devido à predisposição genética para o aparecimento da doença, o prognóstico é considerado de bom a reservado, e os animais acometidos precisam ser castrados ou afastados da reprodução.
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    Revisão Bibliográfica sobre Dermatofitose em Gatos
    (UNISA, 2014) Felippe, Camila
    Este trabalho, tem como objetivo a revisão bibliográfica de uma das enfermidades mais comuns que afetam a pele dos gatos. A pele, o maior órgão do corpo, ao qual realiza muitas funções. É inervada por fibras nervosas sensitivas e autônomas. Possui três camadas principais: epiderme, derme e hipoderme. A Dermatofitose, é uma doença, causada por fungos ceratinofílicos aeróbios, os quais, acometem a epiderme, pêlos e unhas dos gatos, sendo muitas vezes, mal diagnosticada, prolongando e dificultando cada vez mais o seu tratamento.
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    Criptococose
    (UNISA, 2008) Nietto, Raphael Martinez
    Este trabalho é uma revisão bibliográfica sobre a criptococose em cães e gatos. A criptococose é uma doença pouco comum em gatos e rara nos cães, as lesões mais comuns são encontradas na região nasal e no trato respiratório superior, porém em animais debilitados a doença pode se manifestar de uma forma mais sistêmica. A criptococose não é uma zoonose, seu contágio ocorre através da inalação dos esporos do fungo que podem ser encontrados em muitos ambientes, e pode estar correlacionada com excretas de pombos. O diagnóstico é realizado com exames citológicos e sorologia. O tratamento é longo e tem que ser acompanhado diretamente pelo veterinário, através de visitas periódicas. O prognóstico em geral é bom, à não ser que o animal esteja com problemas imunológicos que comprometam ainda mais sua saúde.