Oncoplástica de mama: complicações pós cirúrgicas e resultados oncológicos
Oncoplástica de mama: complicações pós cirúrgicas e resultados oncológicos
| dc.contributor.author | Bueno, Isabela Leão | pt |
| dc.contributor.author | Levorin, Pietra Samara | pt |
| dc.date.accessioned | 2026-04-28T10:29:57Z | pt |
| dc.date.available | 2026-04-28T10:29:57Z | pt |
| dc.date.issued | 2025 | pt |
| dc.description.abstract | INTRODUÇÃO: O câncer de mama é o tipo de câncer mais incidente ( exceto cutaneos ) em mulheres no mundo, e seu tratamento geralmente envolve a remoção cirúrgica, cuja localização e tamanho do tumor influenciam diretamente a quantidade de tecido mamário excisado. A cirurgia conservadora da mama, como a lumpectomia, remove o tumor com margem de tecido saudável, preserva grande parte da mama e oferece taxas de sobrevida equivalentes às da mastectomia radical, embora ressecções extensas possam causar deformidades estéticas. Nesse contexto, surge a cirurgia oncoplástica, que integra princípios da cirurgia oncológica com técnicas de mamoplastia, permitindo a retirada de volumes maiores de tecido, o reposicionamento do parênquima e a remodelação da mama, resultando em margens mais amplas e melhor resultado estético. Essa técnica amplia as indicações de conservação mamária para tumores maiores, profundos ou em áreas esteticamente desfavoráveis, mantendo segurança oncológica e proporcionando maior satisfação estética e menor impacto psicológico. A oncoplástica permite maior ressecção glandular e margens histológicas mais amplas que a tumorectomia padrão, reduzindo a necessidade de reintervenções e a incidência de mastectomias secundárias, embora não seja indicada para tumores muito grandes em mamas pequenas. A justificativa deste estudo consiste em apresentar as complicações pós-cirúrgicas e os índices de recorrência oncológica para oferecer uma referência clara sobre como a técnica oncoplástica afeta as pacientes e se existe garantia de seus resultados. A hipótese é identificar a porcentagem de recorrência das principais complicações pós-cirúrgicas e avaliar os resultados oncológicos associados à técnica oncoplástica. Assim, esta revisão sistemática analisará complicações pós-operatórias e resultados oncológicos em comparação às técnicas tradicionais para definir a conduta mais adequada e demonstrar que a técnica não compromete os desfechos a longo prazo. METODOLOGIA: A metodologia utilizada consistiu em uma revisão sistemática da literatura na base PubMed (2000–2024), incluindo estudos clínicos prospectivos ou retrospectivos que compararam cirurgia oncoplástica e técnicas conservadoras tradicionais. Foram incluídos artigos com dados separados de complicações pós-operatórias, como hematoma, seroma, necrose do CAP, infecção e abscesso, além de resultados oncológicos, como recidiva local, sobrevida global e livre de doença. Excluíram-se estudos em animais, relatos de caso, artigos sem texto completo ou amostras inferiores a 20 pacientes. Dos 35 estudos encontrados, 19 preencheram os critérios, e a análise foi narrativa devido à heterogeneidade metodológica. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Na discussão, observou-se que a cirurgia oncoplástica foi aplicada a tumores maiores e localizados em áreas de difícil abordagem estética, especialmente nos quadrantes inferiores e centrais. As pacientes apresentaram margens cirúrgicas mais amplas e menor necessidade de re-excisão. As taxas de complicações foram semelhantes entre oncoplástica e cirurgia convencional, com pequenas variações não significativas em hematoma, seroma, infecção e necrose do CAP. Os resultados oncológicos mostraram taxas de recidiva e sobrevida equivalentes, com diferenças explicadas principalmente por características tumorais e estadiamento. A satisfação estética foi maior na oncoplástica devido ao remodelamento imediato e à menor necessidade de reoperações. CONCLUSÃO: Conclui-se que a cirurgia oncoplástica demonstra segurança oncológica comparável às técnicas conservadoras tradicionais, com baixas taxas de complicações e menor necessidade de re-excisão. Além disso, oferece melhor resultado estético e potencial benefício psicológico sem comprometer o controle tumoral. A técnica requer seleção adequada das pacientes, especialmente em tumores grandes e baixo volume mamário, configurando-se como alternativa segura, eficaz e estética no tratamento conservador do câncer de mama. | pt |
| dc.identifier.citation | BUENO, Isabela Leão; LEVORIN, Pietra Samara. Oncoplástica de mama: complicações pós cirúrgicas e resultados oncológicos. Orientador: Douglas Haddad Filho. 2025. 30 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Medicina) - Universidade Santo Amaro, São Paulo, 2025. | pt |
| dc.identifier.uri | http://dspace.unisa.br/handle/123456789/3343 | pt |
| dc.language.iso | pt | pt |
| dc.publisher | UNISA | pt |
| dc.subject | Câncer de Mama | pt |
| dc.subject | Oncoplástica | pt |
| dc.subject | Complicações Pós-Operatórias | pt |
| dc.subject | Cirurgia Conservadora | pt |
| dc.subject | Resultados Oncológicos | pt |
| dc.title | Oncoplástica de mama: complicações pós cirúrgicas e resultados oncológicos | pt |
| dc.type | TCC | pt |
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