Brincadeira de Histórias

dc.contributor.authorLemos, Ingrid
dc.date.accessioned2024-10-02T19:57:55Z
dc.date.available2024-10-02T19:57:55Z
dc.date.issued2015
dc.description.abstractExistem 305 povos indígenas no Brasil, o que significa uma riqueza étnica impressionante: centenas de línguas, histórias, tecnologias, saberes que compõem a diversidade existente em nosso país. Mas, infelizmente, ainda sabemos pouco sobre essas populações. Segundo o último censo do IBGE (2010), 896.000 pessoas se autoidentificaram como indígenas, o que representa um crescimento de 11,42% em relação ao censo anterior (2000). Parte significativa dessa população (quase 350 mil pessoas) está fora das terras indígenas, vivendo em áreas urbanas ou rurais, rediscutindo e tornando ainda mais dinâmicos seus laços de pertencimento e de reconhecimento étnico. Vemos a participação crescente de intelectuais e profissionais indígenas, que se organizam e atuam no cenário nacional e internacional para rediscutir estereótipos e velhas perspectivas coloniais e eurocêntricas presentes em nossa sociedade. Exigem novas abordagens e um maior (re) conhecimento de suas histórias e contribuições ao país. É nessa perspectiva de luta e de reconhecimento que entendemos a Lei 11.645 sancionada em 2008, que modificou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), tornando obrigatório o estudo da história e cultura afro-brasileira e indígena nos currículos da educação básica Reduzir ou acabar com o preconceito e a discriminação exige a busca de informações corretas e atualizadas, que despertem nas pessoas a curiosidade de descobrir quem são esses povos que vivenciam culturas tão diversas. Apesar do tempo escasso que possui, o professor pode recorrer a músicas, histórias, imagens, sites e filmes para discutir e aprender com seus alunos um pouco mais sobre tais formas diferenciadas de organizar e lidar com o mundo. Apresentar e conhecer povos específicos, em lugar de apenas recorrer a um modelo genérico de indianidade. Essa nova postura exige uma mudança de atitudes cotidianas: interessar-se por esses “outros” indígenas com respeito e abertura para aprender com eles, assim como eles têm aprendido a se relacionar conosco e entre si, na tentativa de organizar um movimento indígena mais forte. A tentativa deste material lúdico, é a da aproximação, da descoberta de similaridades e diferenças, do reconhecimento do outro como parte do todo, e principalmente a quebra de velhos tabus com relação aos povos autóctones de nosso Brasil.
dc.identifier.citationLEMOS, Ingrid. Brincadeira de Histórias. Rio de Janeiro: Guarani MBYA, 2015.
dc.identifier.urihttp://dspace.unisa.br/handle/123456789/2741
dc.language.isopt
dc.publisherGuarani MBYA
dc.subjectBrincadeiraspt
dc.subjectBrincadeiras Indígenaspt
dc.subjectJogos Indígenaspt
dc.titleBrincadeira de Histórias
dc.typeLivro
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