Ebooks | Coleção de Livros
URI Permanente para esta coleção
Navegar
Submissões Recentes
1 - 5 de 575
- ItemAssim na Terra como no Céu: o universo das peregrinações em São Paulo(Cauã Planejamento e Gestão, 2026)Assim na Terra como no Céu, o universo das peregrinações em São Paulo é um estudo conduzido por Toninho Macedo a partir da observação, escuta e vivência das pegadas da fé no chão da cultura popular. Com mais de 40 anos de pesquisa e convivência com romeiros, devotos e comunidades tradicionais, a obra apresenta um retrato sensível e detalhado do universo das romarias no estado de São Paulo — e de tudo o que pulsa ao redor delas. A obra percorre cidades com santuários do Senhor Bom Jesus, Marianos e de Santos, revelando os trajetos físicos e espirituais de milhares de peregrinos que caminham, a pé, a cavalo, de bicicleta ou ônibus, movidos por promessas, milagres e pela ancestral prática de “rezar com os pés”.
- ItemTelessaúde e teleodontologia: conceitos e aplicações(USP, 2023)A Telessaúde é definida pelo emprego de Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs) na prestação de serviços de saúde, abrangendo a assistência remota, prevenção de doenças, promoção da saúde, gestão, educação e pesquisa. Esses serviços são disponibilizados sem a necessidade da presença física do paciente ou profissional em um local específico, como consultório, centro de saúde ou hospital. O conjunto de serviços oferecidos em Telessaúde varia desde a teleconsulta até a telecirurgia (Secretaria Municipal de Saúde, Curitiba, 2023). Pode ser síncrona, quando o serviço é oferecido em tempo real (ao vivo) entre o solicitante ou paciente e o profissional da saúde; e assíncrona, quando não ocorre em tempo real. A Telessaúde engloba subdivisões como a Telemedicina, Teleodontologia, Telefarmácia, Psicologia Online, Telefisioterapia, dentre outros serviços de saúde.
- ItemDesastres naturais e saúde no Brasil(OPAS, 2015)A Representação da Organização Pan-Americana da Saúde/Organização Mundial da Saúde (OPAS/OMS) no Brasil, em parceria com o Ministério da Saúde (MS), por meio da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) e da Fundação Oswaldo Cruz (FIOCRUZ), apresentam a publicação “Desastres Naturais e Saúde no Brasil”, preparada por técnicos e especialistas do Centro de Estudos e Pesquisas em Emergências e Desastres em Saúde (CEPEDES/FIOCRUZ) e da Vigilância em Saúde Relacionada aos Desastres/ Coordenação Geral de Saúde Ambiental/ Departamento de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador/Secretaria de Vigilância em Saúde/Ministério da Saúde (VIGIDESASTRES/CGVAM/ DSAST/SVS/MS), com o apoio técnico da OPAS/OMS no Brasil. A publicação tem como foco buscar uma orientação frente ao grande desafio que significam os desastres para o setor da saúde e para os países que enfrentam processos sociais de urbanização acelerada e não planejada e mudanças ambientais que determinam uma vulnerabilidade socioambiental diante de eventos geofísicos, meteorológicos, hidrológicos e/ou climatológicos gerados pela natureza. Eventos climáticos ou atmosféricos, tais como inundações, chuvas de granizo, vendavais, incêndios florestais, estiagem e seca, geadas, ondas de frio e de calor, e mesmo os deslizamentos, sempre têm um curso natural. No entanto, a inter-relação das sociedades com a natureza pode transformar esses eventos em ameaças e perigos significativos e se transformar em desastres com graves consequências para a saúde e o bem-estar da população e das comunidades. Esta publicação traz uma abordagem dos aspectos conceituais que constituem o entendimento das ameaças e condições de vulnerabilidade frente aos desastres e seus potenciais riscos para a saúde, e destaca uma síntese dos desastres naturais ocorridos no Brasil no período de 1991 a 2012 e como afetaram a situação de saúde das populações. Espera-se que esta publicação contribua para demonstrar algumas das evidências da relação dos processos de urbanização, saúde e desenvolvimento, tanto no Brasil como em outros países da Região da América Latina e do Caribe, considerando as três dimensões do desenvolvimento sustentável (econômica, ambiental e social) e possibilitando o fortalecimento e a ampliação de ações essenciais de saúde pública que levem em consideração o grau de complexidade das relações entre cidade, campo, ambiente e saúde frente aos desastres. Além disso, pretende oferecer subsídios para o envolvimento e a integração de atores-chave, tanto do governo como da sociedade civil, do setor privado e da comunidade científica.
- ItemManual de orientações: legislação e recomendações para o exercício profissional do psicólogo(CRP SP, 2011)De acordo com a Lei n.° 5.766/71, os Conselhos de Psicologia constituem-se em autarquias destinadas a orientar, disciplinar, fiscalizar o exercício da profissão de psicólogo(a), zelando pela observância dos princípios éticos envolvidos na prática profissional. O CRP SP reafirma seu compromisso social com a profissão, por meio do enfrentamento das violações de direitos e das desigualdades sociais, aumento da participação democrática, fortalecimento das coletividades, reconhecimento respeitoso da diversidade humana e qualificação teórica e técnica dos serviços prestados. Considerando a diversidade da Psicologia como ciência e profissão, as inúmeras formas de contribuição da Psicologia para a promoção de direitos e os constantes desafios presentes em nossa atual forma de organização social é fundamental a atualização e reflexão sobre os novos desafios que a realidade coloca para o exercício da profissão, o CRP SP compreende que a obrigação de cada profissional é manter-se atualizado(a) em relação à legislação profissional e às referências para a atualização não deve ser encarado como ação disciplinar, mas constitui um desafio importantíssimo, na medida em que garante referências para a atuação e aprimoramento da qualidade dos serviços prestados à população. O CRP SP colabora com a promoção de orientação ao(à) psicólogo(a), um processo, que não é estanque, mas contínuo, considerando o acúmulo de saberes em cada campo de atuação, a discussão com a categoria, as entidades da Psicologia, a população, os movimentos sociais e a gestão pública. Nesse sentido, ao CRP SP cabe construir continuamente formas de divulgação e apropriação crítica da regulamentação profissional, por meio da promoção de debates e da elaboração de publicações impressas (Jornal Psi), digitais (site, boletim eletrônico) e áudio-visuais (TV Diversidade, conferências on-line). A cada psicólogo(a) cabe procurar constantemente novas informações, bem como participar ativamente da elaboração, do acompanhamento e da avaliação dos documentos produzidos. A Primeira Edição do Manual de Orientações foi publicada em julho de 2006 e buscou sistematizar referências profissionais como forma de compartilhar um conjunto de informações para que o(a) profissional da Psicologia pudesse orientar-se no cotidiano de seu trabalho. A Segunda Edição foi publicada em agosto de 2008. Não houve mudanças na estrutura do Manual, somente revisão e atualização à luz de novas legislações. Dando continuidade à ação de divulgação das referências profissionais, a Gestão 2010/2013 do CRP SP publica agora a Terceira Edição do Manual de Orientações. O conjunto de temáticas mais frequentemente recebidas pela Comissão de Orientação e Fiscalização é apresentado estrategicamente neste Manual, a partir de perguntas e respostas, explicitando a correlação entre questões vividas no cotidiano laboral e referências éticas e técnicas. Você psicólogo(a) está convidado(a) a acessar o site www.crpsp.org.br e auxiliar no processo de construção de nossa profissão, participando das diversas atividades realizadas no CRP SP.
- ItemReferências técnicas para a atuação do (a) psicólogo (a) nos programas de DST e AIDS(CFP, 2020)O Conselho Federal de Psicologia (CFP) apresenta à categoria e à sociedade a edição revisada da Referência Técnica para Atuação de Psicólogas(os) nos Programas de IST/HIV/aids, elaborada no âmbito do Centro de Referência Técnica em Psicologia e Políticas Públicas-CREPOP. A primeira edição, lançada em dezembro de 2008, foi atualizada considerando as mudanças ocorridas em nossa sociedade, em especial na significativa presença das(os) psicólogas(os) neste campo. É relevante apontar que, enquanto política pública, o programa brasileiro de ISTs/HIV/aids tornou-se referência mundial, para o qual destacamos dois aspectos determinantes: 1) a existência de um sistema de saúde público universal e, 2) o diálogo com os movimentos sociais. A partir de tal exemplo reforçamos nossa defesa do SUS para todas e todos, universal, democrático e apoiado em bases científicas. Mesmo após mais de trinta anos de política de prevenção e de atenção às pessoas vivendo com HIV este ainda é um tema envolto em preconceito, para o qual chamamos a atenção da categoria quanto ao que preconiza os princípios do Código de Ética: O psicólogo trabalhará visando promover a saúde e a qualidade de vida das pessoas e das coletividades e contribuirá para a eliminação de quaisquer formas de negligência, discriminação, exploração, violência, crueldade e opressão. O XVIII Plenário do CFP agradece à todas e a todos os envolvidos na elaboração deste documento, em especial as(aos) especialistas membros da comissão ad-hoc responsáveis pela redação. Desejamos que esse documento seja um importante instrumento de orientação e qualificação da prática profissional e de reafirmação do compromisso ético-político da Psicologia. Que possa auxiliar profissionais e estudantes no trabalho nos Programas e Serviços de IST/HIV/aids construindo práticas de proteção integral e promoção de Direitos Humanos.