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    Macroergonomia: colocando conceitos em prática (volume 2)
    (FEENG/UFRGS, 2010) Guimarães, Lia Buarque de Macedo (org.)
    A atual organização industrial, voltada para a obtenção progressiva de maior produtividade, é caracterizada por maior mecanização ou automação, e novas exigências para os trabalhadores em relação às funções que são executadas manualmente. Hoje, estas operações manuais, na maioria dos casos, são caracterizadas por movimentos de repetição sob grande esforço físico, sob a cadência do processo mecanizado, muitas vezes em posturas inadequadas, sob condições ambientais desfavoráveis de temperatura, ruído, vibração ferramental precário, entre outros. Mendes e Leite (2004, p.3) alertam que "embora o ser humano apresente diversos sistemas corporais interligados que o possibilitem executar movimentos globais, as condições de trabalho atuais, como o alto grau de repetição e monotonia, limitam a natureza humana''. Estas situações favorecem o aparecimento de doenças ocupacionais, como os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT) que englobam as Lesões por Esforços Repetitivos (LER). De acordo com Codo (1998), deve-se considerar as DORT como um mecanismo de trauma, relacionado ao trabalho, caracterizado pela ocorrência de vários sintomas concomitantes ou não, tais como: dor, parestesia, sensação de peso, fadiga, de aparecimento insidioso, geralmente nos membros superiores, mas podendo acometer membro inferior.
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    Macroergonomia: colocando conceitos em prática (volume 1)
    (FEENG/UFRGS, 2010) Guimarães, Lia Buarque de Macedo (org.)
    A ergonomia no Brasil teve início no final dos anos 1970, quando Alain Wisner, do Conservatoire National des Arts e Metiers (CNAM) de Paris, França, foi convidado, pelo professor Franco Seminério, para iniciar os estudos em ergonomia no antigo Instituto de Seleção e Orientação Profissional (ISOP) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro. A partir de então, o ISOP/FGV formatou um curso de especialização em Ergonomia que ocorreu de 1979 a 1990. A aproximação com o professor Alain Wisner também proporcionou a formação, em nível de mestrado e doutorado, de muitos brasileiros no CNAM o que justifica o fato de que a maioria das intervenções ergonômicas no Brasil segue a Análise Ergonómica do Trabalho (AET) (Fialho e Santos, 1997'; Guérin et al., 2001; Vidal, 2003).
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    Ergonomia: tópicos especiais
    (FEENG/UFRGS, 2004) Guimarães, Lia Buarque de Macedo (org.)
    A Qualidade de Vida no Trabalho (QVT) tem sido apontada como um dos fatores motivadores do desempenho humano no trabalho (FERNANDES, 1996). A tecnologia de QVT compreende a reestruturação do desenho dos cargos, novas formas de organizar o trabalho, formação de equipes de trabalho semi-autônomas ou auto gerenciadas e melhoria do meio ambiente organizacional (FERNANDES, 1988). Outros autores (NADIER e IA WFR, 1983), definem QVT como uma maneira de pensar a respeito das pessoas, do trabalho e da organização tendo em vista o impacto do trabalho sobre as pessoas e a eficácia organizacional, bem como, a perspectiva de algum grau de participação na resolução de problemas.
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    Ergonomia de produto (volume 2)
    (FEENG/UFRGS, 2006) Guimarães, Lia Buarque de Macedo (org.)
    Conforme já é de conhecimento, a ergonomia nasce, oficialmente, da necessidade de melhores equipamentos na 2ª Guerra Mundial. Nesta época, um dos pioneiros da Ergonomia, Alphonse Chapanis, foi o responsável por modificações importantes no cockpit dos aviões militares. Por exemplo, uma das causas mais comuns de acidentes era a confusão gerada pelas alavancas de trem de pouso e dos flaps que eram semelhantes e dispostas uma ao lado da outra. Como não era possível, naquele momento, alterar a disposição das mesmas, Chapanis enfatizou a diferença entre os dois controles apenas colocando diferentes (em termos de forma e textura) acabamentos no topo das alavancas. A ideia de codificação pela forma foi utilizada em todos os aviões após a guerra para eliminar o erro por confusão de controles. De início, a prática da ergonomia preocupou-se em acomodar bem os diversos indivíduos: concentrou-se na coleta e uso de dados antropométricos, depois expandiu sua preocupação para força, alcance, questões fisiológicas e psicológicas implicadas no trabalho (incluindo os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho ou DORTs) e mais recentemente, questões que importam ao processamento de informação ou cognição, tendo em vista a disseminação de sistemas informatizados. A prática da ergonomia foi se espraiando e pode-se dizer que, hoje, há mais interesse em ergonomia do que antes. Por quê?
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    Ergonomia de produto (volume 1)
    (FEENG/UFRGS, 2004) Guimarães, Lia Buarque de Macedo (org.)
    Todas as populações são compostas de indivíduos de diferentes tipos físicos que apresentam diferenças nas proporções de cada segmento do corpo. A antropometria trata de medidas físicas corporais, em termos de tamanho e proporções, que são dados de base para a concepção ergonômica de produtos, quer como bens de consumo ou capital. Medidas antopométricas permitem verificar o grau de adequação ele produtos em geral, instrumentos, equipamentos, máquinas, enfim, de postos de trabalho ao ser humano. A qualidade ergonômica de um produto passa, necessariamente, pela sua adequação antropométrica.