Gestação em mulheres cardiopatas de alto risco: principais desfechos e desafios
Gestação em mulheres cardiopatas de alto risco: principais desfechos e desafios
| dc.contributor.author | Ferreira, Mariana Ienne | pt |
| dc.contributor.author | Papini, Giovanna Moreira | pt |
| dc.date.accessioned | 2026-04-29T11:44:33Z | pt |
| dc.date.available | 2026-04-29T11:44:33Z | pt |
| dc.date.issued | 2025 | pt |
| dc.description.abstract | INTRODUÇÃO: A gestação impõe sobrecarga hemodinâmica fisiológica, resultando em modificações na homeostasia corporal. Quando associadas a quadro de cardiopatia prévia, essas alterações podem levar à descompensação do sistema cardiovascular, aumentando o risco de complicações. Consequentemente, o prognóstico materno-fetal torna-se desfavorável, com maior morbimortalidade. Este estudo tem como objetivo analisar os desafios e desfechos cardiovasculares, obstétricos e fetais ao longo da gestação, parto e puerpério de gestantes cardiopatas de alto risco acompanhadas em hospital cardiológico de referência, além de identificar as principais variáveis associadas ao prognóstico. METODOLOGIA: Estudo de caráter observacional retrospectivo realizado em um único centro de cardiologia. No período de 6 anos (2017-2022) 464 gestantes portadoras de cardiopatia foram incluídas no registro cardiológico do hospital. Dentre elas, foram selecionadas 115 gestações incluídas nos riscos III e IV da classificação da Organização Mundial de Saúde modificada (mOMS) de risco à gravidez para cardiopatias, 12 foram excluídas devido à ausência de desfechos e duas optaram pelo aborto terapêutico. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Das 101 gestações analisadas houve discreto predomínio de lesões de base congênita (52,5%). Houve 46 (45,5%) complicações maternas, sendo a descompensação da insuficiência cardíaca a mais prevalente e uma morte devido a dissecção aórtica em portadora de Síndrome de Marfan. Ocorreram 14 perdas fetais, 26 (25,7%) bebês prematuros e 22 (21,8%) com baixo peso. A principal via de parto foi a cesárea e as complicações fetais foram significativamente maiores em gestantes portadoras de prótese valvar mecânica. CONCLUSÃO: A gestação em mulheres cardiopatas de alto risco ainda é um desafio a ser enfrentado, embora a melhoria da assistência clínica e obstétrica tenha propiciado melhores desfechos. O seguimento cardiológico constante e o planejamento familiar são pontos chave no acompanhamento dessas mulheres. | pt |
| dc.identifier.citation | FERREIRA, Mariana Ienne; PAPINI, Giovanna Moreira. Gestação em mulheres cardiopatas de alto risco: principais desfechos e desafios. Orientador: Carlos Gun. 2025. 23 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Medicina) - Universidade Santo Amaro, São Paulo, 2025. | pt |
| dc.identifier.uri | http://dspace.unisa.br/handle/123456789/3412 | pt |
| dc.language.iso | pt | pt |
| dc.publisher | UNISA | pt |
| dc.subject | Cardiopatia | pt |
| dc.subject | Gestação | pt |
| dc.subject | Alto Risco | pt |
| dc.title | Gestação em mulheres cardiopatas de alto risco: principais desfechos e desafios | pt |
| dc.type | TCC | pt |
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