Panorama da mortalidade por melanoma cutâneo no Brasil: uma análise epidemiológica entre 2000 e 2023
Panorama da mortalidade por melanoma cutâneo no Brasil: uma análise epidemiológica entre 2000 e 2023
| dc.contributor.author | Romiti, Luísa Ribeiro | pt |
| dc.date.accessioned | 2026-04-29T11:30:04Z | pt |
| dc.date.available | 2026-04-29T11:30:04Z | pt |
| dc.date.issued | 2025 | pt |
| dc.description.abstract | INTRODUÇÃO: O melanoma cutâneo é uma neoplasia maligna de linhagem melanocítica que representa aproximadamente 90% dos óbitos por câncer de pele. A incidência global do melanoma vem crescendo nas últimas décadas, sendo influenciada pela exposição solar, envelhecimento populacional e mudanças comportamentais. No Brasil, sua letalidade é significativa, reforçando a importância de analisar as características epidemiológicas ao longo dos anos a fim de orientar ações de prevenção e diagnóstico precoce. O objetivo do presente trabalho é descrever e analisar as tendências de mortalidade por melanoma cutâneo no Brasil entre 2000 e 2023, segundo sexo, faixa etária e cor/raça. METODOLOGIA: Estudo ecológico, descritivo e retrospectivo, baseado em dados brasileiros secundários do Instituto Nacional do Câncer e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística entre 2000 e 2023. Foram incluídos os óbitos por melanoma cutâneo, classificado sob o código C43 do CID-10. Tendências temporais foram avaliadas por Joinpoint Regression, estratificadas por sexo, faixa etária e cor/raça autodeclarada. RESULTADOS E DISCUSSÃO: Entre 2000 e 2023, registrou-se um total de 36.328 óbitos por melanoma cutâneo no país. A mortalidade apresentou crescimento significativo entre os anos de 2000 e 2017, com variação percentual anual de 2,72%, seguido de estabilização entre 2017 e 2023. A população branca concentrou a maior taxa de mortalidade (13,45/1 milhão), representando 80,96% dos óbitos. Pardos e pretos apresentaram taxas de mortalidade relativamente inferior, mas com crescimento significativo durante todo o período. Entre os idosos, observou-se aumento progressivo da mortalidade, sobretudo acima dos 60 anos. Houve também redução expressiva de registros com raça/cor ignorada. CONCLUSÃO: Os achados demonstram desigualdades relevantes segundo sexo, faixa etária e cor/raça, com destaque para a vulnerabilidade de indivíduos do sexo masculino, acima dos 60 anos e brancos. Apesar da estabilização recente, a mortalidade permanece elevada, indicando necessidade de estratégias integradas de prevenção, rastreamento e acesso ao tratamento. | pt |
| dc.identifier.citation | ROMITI, Luísa Ribeiro. Panorama da mortalidade por melanoma cutâneo no Brasil: uma análise epidemiológica entre 2000 e 2023. Orientadora: Rossana Cantanhede Farias de Vasconcelos. 2025. 40 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Medicina) - Universidade Santo Amaro, São Paulo, 2025. | pt |
| dc.identifier.uri | http://dspace.unisa.br/handle/123456789/3410 | pt |
| dc.language.iso | pt | pt |
| dc.publisher | UNISA | pt |
| dc.subject | Epidemiologia | pt |
| dc.subject | Mortalidade | pt |
| dc.subject | Brasil | pt |
| dc.subject | Melanoma Cutâneo | pt |
| dc.title | Panorama da mortalidade por melanoma cutâneo no Brasil: uma análise epidemiológica entre 2000 e 2023 | pt |
| dc.type | TCC | pt |
Arquivos
Pacote Original
1 - 1 de 1
- Nome:
- Panorama da mortalidade por melanoma cutâneo no Brasil uma análise epidemiológica entre 2000 e 2023.pdf
- Tamanho:
- 1010.81 KB
- Formato:
- Adobe Portable Document Format
- Descrição:
Licença do Pacote
1 - 1 de 1
Nenhuma Miniatura disponível
- Nome:
- license.txt
- Tamanho:
- 1.71 KB
- Formato:
- Item-specific license agreed to upon submission
- Descrição: