Impacto da atividade física no volume de diferentes áreas e estruturas encefálicas: uma revisão sistemática

dc.contributor.authorLucena, Sara Oliveira Dias dept
dc.date.accessioned2026-04-28T18:41:32Zpt
dc.date.available2026-04-28T18:41:32Zpt
dc.date.issued2025pt
dc.description.abstractIntrodução: O envelhecimento fisiológico é acompanhado pela diminuição do volume encefálico (atrofia encefálica), o qual está relacionado, muitas vezes, piora cognitiva no idoso, e, desse modo, corresponde a um fator de risco importante para o desenvolvimento de demência. Justificativa: Evidências apontam a atividade física como uma estratégia eficiente na prevenção e/ou atenuação dessa atrofia. No entanto, não existe uma concordância na literatura referente as áreas e estruturas encefálicas impactadas positivamente por essa prática. Objetivo: Sintetizar o potencial da atividade física em minimizar a atrofia encefálica bem como indicar as áreas e estruturas impactadas. Métodos: Revisão sistemática, a busca foi realizada nas bases de dados PubMed, Web of Science e Embase, seguindo o guidelines para revisão sistemática PRISMA (Preferred Reporting Items for Systematic reviews and Meta-Analyses). As ferramentas EndNote e Rayyan foram utilizadas na execução do processo. Os critérios de inclusão adotados foram: estudos com desenhos observacionais; com medidas de atividade física e volume encefálico; com população com idade média ≥ 60 anos. Resultados: Na busca inicial, foram encontrados 2.887 estudos, os quais foram revisados, sendo que 10 estudos atenderam os critérios de inclusão. Considerando esses 10 estudos incluídos, um total de 1.168 idosos compuseram a amostra, com predominância de idosos entre 60 e 70 anos, sendo que questionários foi a ferramenta mais comum para aferir atividade física. Em relação as medidas encefálicas, a maior parte dos estudos analisaram mais de uma área. Identificamos entre as medidas encefálicas, áreas e estruturas como do encéfalo total, hipocampo, pré- frontal, occipto-temporal, cerebelo, lobo anterior, lobo posterior, córtex pré-frontal dorsolateral, giro denteado, córtex entorrinal, giro fusiforme, lobo temporal medial, córtex parahipocampal, córtex perirrinal, tálamo, giro frontal inferior, giro frontal médio, e giro pré- central. Adicionalmente, verificamos que a principal área impactada pela atividade física é o hipocampo. Conclusão: A relação entre maior atividade física e maior volume encefálico é bem estabelecida, sendo que mais de 10 áreas tem sido foco dos estudos nessa temática. O efeito benéfico da atividade física é verificado emdiversas regiões no volume encefálico de idosos, destacando-se o cingulado e o hipocampo.pt
dc.identifier.citationLUCENA, Sara Oliveira Dias de. Impacto da atividade física no volume de diferentes áreas e estruturas encefálicas: uma revisão sistemática. Orientadora: Débora Driemeyer Wilbert. 2025. 17 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Medicina) - Universidade Santo Amaro, São Paulo, 2025.pt
dc.identifier.urihttp://dspace.unisa.br/handle/123456789/3400pt
dc.language.isoptpt
dc.publisherUNISApt
dc.subjectAtividade Físicapt
dc.subjectIdosopt
dc.subjectVolume Encefálicopt
dc.titleImpacto da atividade física no volume de diferentes áreas e estruturas encefálicas: uma revisão sistemáticapt
dc.typeTCCpt
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