Prevalência e correlações de lesões musculoesqueléticas em violinistas e violistas profissionais

dc.contributor.authorOliveira, Stella Nunes de
dc.date.accessioned2024-09-17T17:35:15Z
dc.date.available2024-09-17T17:35:15Z
dc.date.issued2021
dc.description.abstractViolinistas e violistas se dedicam muitas horas pode dia, para que venham alcançar determinado objetivo musical. O exercício da música como profissão requer grande percepção dos sentidos e produtividade de capacidades físicas. Para a realização da prática musical em nível profissional, exige muito do sistema sensório motor e musculares do corpo. Devido a altos esforços de força aplicada e de desempenho, os músicos são comparados aos atletas de alto rendimento. Com isso, estão propensos a desenvolverem desequilíbrios musculares, articulares, posturais e até psicológicos, principalmente se lhe faltarem informações sobre quão prejudicial pode ser esforços repetitivos em sua rotina e sobre os aspectos que afetam as demandas posturais e de movimento na execução desses instrumentos. Objetivos: Analisar a prevalência de lesões musculoesqueléticas na prática instrumental de violino e viola, ampliando os conhecimentos acerca da importância das prevenções de lesões nesse grupo musical. Metodologia: Participaram do estudo 105 indivíduos, entre eles estudantes e voluntários dentro dos critérios de inclusão, responderam os questionários nórdico e DASH nos quais contêm questões relacionadas a prevalência de dores e dificuldades nas atividades diárias básicas. Resultados: Obtivemos respostas de 91 praticantes de violino e 14 de viola. A média de idade em desvio padrão foi de 34,25 (±17,53) anos, tempo de experiência: acima de 11 anos, 77,6% (n-81), de 8 a 11 anos 16,8% (n-18) e de 5 a 7 anos 5,6 (n-6). Foram relatados dificuldade nas atividades de vida diária por 85% (n 91), tendo prevalência em atividades recreativas que exigem força e impacto com 57% (n-61), fazer tarefas domésticas pesadas 55% (n-59), abrir um vidro ou tampa apertada 44% (n-47), abrir uma porta pesada 38% (n-41) e carregar uma sacola ou maleta 37% (n-40). Nos últimos 12 meses, 89% (n-95) relataram sentir dor, desconforto ou formigamento ao menos uma parte do corpo, as áreas mais afetadas foram o punho e mão, seguido de pescoço, ombro e parte superior e inferior das costas. A procura por um profissional da saúde foi realizada por apenas 21% (n-23) do total dos indivíduos investigados. Conclusão: Os resultados evidenciaram alto índice de prevalência de dores e desconforto ao menos uma das áreas analisadas impactando diretamente nas atividades de vida diária. É possível notar a predominância em membro superior e coluna
dc.identifier.citationOLIVEIRA, Stella Nunes de. Prevalência e correlações de lesões musculoesqueléticas em violinistas e violistas profissionais. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Fisioterapia) – Universidade Santo Amaro, 2021.
dc.identifier.urihttp://dspace.unisa.br/handle/123456789/2711
dc.language.isopt
dc.publisherUNISA
dc.subjectMúsicospt
dc.subjectLesõespt
dc.subjectEsforço Repetitivopt
dc.subjectViolinopt
dc.subjectViolapt
dc.titlePrevalência e correlações de lesões musculoesqueléticas em violinistas e violistas profissionaispt
dc.typeTCCpt
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