Ergonomia cognitiva

dc.contributor.authorGuimarães, Lia Buarque de Macedo (org.)pt
dc.date.accessioned2026-04-20T15:42:14Zpt
dc.date.available2026-04-20T15:42:14Zpt
dc.date.issued2006pt
dc.description.abstractDe início, durante a era da automação, as questões com que a Ergonomia mais se deparava diziam respeito à relação mais física entre o homem e seu trabalho. As análises focavam nas exigências físicas do ambiente de trabalho, e as questões mais frequentes envolviam conhecimentos de antropometria, biomecânica e fisiologia, que foram a base da 1 ª fase da Ergonomia ou Ergonomia Física: Trabalhar sentado por oito horas causará problemas nas costas? Tal intensidade de ruído poderá causar perda auditiva? Tal display gera problemas de visão? Basicamente, o que estava em pauta era a saúde e segurança do trabalhador. No entanto, a partir da década de 1970, o desenvolvimento da microinformática transformou radicalmente a relação humano-máquina: mudaram o trabalho e a máquina. Se na era industrial a produção se dava sobre objetos mecânicos, físicos (manipulação de controles de uma máquina, por exemplo), na era da informatização é a informação que é manipulada. Em outras palavras, o trabalhador não mais manuseia um determinado produto, mas, sim, controla a máquina que está operando sobre esse produto.pt
dc.identifier.citationErgonomia cognitiva. Porto Alegre: FEENG/UFRGS, 2006.pt
dc.identifier.isbn85-88085-31-3pt
dc.identifier.urihttp://dspace.unisa.br/handle/123456789/3300pt
dc.language.isoptpt
dc.publisherFEENG/UFRGSpt
dc.subjectErgonomiapt
dc.subjectProcessamento da Informaçãopt
dc.subjectSistemas Cognitivospt
dc.subjectErro Humanopt
dc.titleErgonomia cognitivapt
dc.typeLivropt
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