Ergonomia de processo (volume 2)

dc.contributor.authorGuimarães, Lia Buarque de Macedo (org.)pt
dc.date.accessioned2026-04-20T17:23:02Zpt
dc.date.available2026-04-20T17:23:02Zpt
dc.date.issued2006pt
dc.description.abstractHá cerca de seis décadas, a ergonomia surgiu como uma profissão. Oficialmente, ela se estabelece nos anos 40, durante a II Guerra Mundial, com o projeto de controles e arranjos para melhorar a segurança na aviação. Por várias décadas, a ergonomia concentrou-se no estudo das características humanas para aplicá-las no projeto da interface humano-máquina. Paralelamente, os estudiosos também atentaram para as questões do ambiente físico para o projeto da interface humano ambiente. O desenvolvimento e aplicação da tecnologia da interface humano-máquina e da interface humano-ambiente tiveram um tremendo impacto em segurança, eficiência e conforto em muitos sistemas em todo o mundo. Estas duas fases da tecnologia da interface humano sistema, de acordo com a classificação de Hendrick (1994) podem ser consideradas como da ergonomia física, tradicional, cujos preceitos mais importantes foram abordados nos livros "Ergonomia de Produto, volume 1" e "Ergonomia de Processo, volume 1 ", respectivamente. Enquanto isso, nos anos 60, um foco diferente começou a se salientar em termos de ergonomia. Esta terceira tecnologia enfatizava a natureza cognitiva do trabalho, e seu reflexo nos sistemas. A grande mudança que moveu esta linha de pesquisa foi o advento do computador, porque, ao trabalharem com ele, o modo como as pessoas pensam e processam a informação tomou-se cada vez mais importante para o projeto de sistemas. Este novo foco no desenvolvimento e aplicação da tecnologia da interface humano-software, ou da interface usuário-máquina, também é conhecido como ergonomia cognitiva, que engloba os processos perceptivo, mental e de motricidade (programação e a execução do gesto e do movimento), cujas bases são analisadas no livro "Ergonomia Cognitiva" desta série monográfica. Todas estas três tecnologias terão aplicação em intervenções ergonômicas, mas deve-se ter em mente que elas tendem a focar o posto de trabalho individual e os subsistemas, ou seja, o aspecto microergonômico dos sistemas. Com o progressivo aumento da automação e informatização, começou-se a notar que o enfoque microergonômico falhava em certos aspectos, exatamente pela desatenção com as questões macro do sistema (Hendrick e Kleinei; 2001). Quando isto acontecia, não somente a segurança sofria o impacto, mas, também, o desempenho individual e dos times de trabalho, a motivação e a satisfação no trabalho. Então, durante os anos 80, começou a crescer o quarto foco e o desenvolvimento de uma nova tecnologia em ergonomia: a macroergonomia, que consta da pesquisa, desenvolvimento e aplicação de uma tecnologia da interface humano-organização, seguindo a nomenclatura de Hendrick e Kleiner (2001).pt
dc.identifier.citationErgonomia de processo (volume 2). Porto Alegre: FEENG/UFRGS, 2006.pt
dc.identifier.isbn85-88085-29-1pt
dc.identifier.urihttp://dspace.unisa.br/handle/123456789/3302pt
dc.language.isoptpt
dc.publisherFEENG/UFRGSpt
dc.subjectErgonomiapt
dc.subjectMacroergonomiapt
dc.subjectOrganização do Trabalhopt
dc.titleErgonomia de processo (volume 2)pt
dc.typeLivropt
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