Ergonomia cognitiva
Ergonomia cognitiva
Data
2006
Autores
Guimarães, Lia Buarque de Macedo (org.)
Título da Revista
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Editor
FEENG/UFRGS
Resumo
De início, durante a era da automação, as questões com que a Ergonomia mais se deparava diziam respeito à relação mais física entre o homem e seu trabalho. As análises focavam nas exigências físicas do ambiente de trabalho, e as questões mais frequentes envolviam conhecimentos de antropometria, biomecânica e fisiologia, que foram a base da 1 ª fase da Ergonomia ou Ergonomia Física: Trabalhar sentado por oito horas causará problemas nas costas? Tal intensidade de ruído poderá causar perda auditiva? Tal display gera problemas de visão? Basicamente, o que estava em pauta era a saúde e segurança do trabalhador.
No entanto, a partir da década de 1970, o desenvolvimento da microinformática transformou radicalmente a relação humano-máquina: mudaram o trabalho e a máquina. Se na era industrial a produção se dava sobre objetos mecânicos, físicos (manipulação de controles de uma máquina, por exemplo), na era da informatização é a informação que é manipulada. Em outras palavras, o trabalhador não mais manuseia um determinado produto, mas, sim, controla a máquina que está operando sobre esse produto.
Descrição
Palavras-chave
Ergonomia, Processamento da Informação, Sistemas Cognitivos, Erro Humano
Citação
Ergonomia cognitiva. Porto Alegre: FEENG/UFRGS, 2006.