Arteterapia
URI Permanente para esta coleção
Navegar
Submissões Recentes
1 - 5 de 8
- ItemArteterapia: meio de expressão e criação para integração da criança agressiva(UNISA, 2009)Esta pesquisa analisa algumas das causas e consequências da agressividade infantil, contribuindo de modo significativo com as crianças/escolas/famílias e Instituições na busca pela melhor solução para as manifestações da agressividade, assim como procura caminhos que levem à superação das dificuldades e frustrações presentes no ambiente familiar doentio e que gera a agressividade – mesmo que inconsciente por parte da família, da sociedade e/ou da própria criança. A Arteterapia utilizada como meio para o bom relacionamento e para a inclusão e reabilitação infantil: na família, na escola e na sociedade. A Arteterapia, meio de expressão e criação, amplia o conhecimento da criança sobre o mundo e favorece seu desenvolvimento cognitivo, afetivo, psicomotor e social, motivo pelo qual não deve faltar na vida de qualquer criança.
- ItemA arteterapia e o enriquecimento emocional na terceira idade(UNISA, 2018)Nas últimas décadas tem se observado que a utilização da arte como recurso terapêutico vem promovendo qualidade de vida emocional principalmente ao público idoso. A sociedade atual, a vida moderna vem observando a crescente população idosa presente não só no contexto social como familiar de forma geral. Dssa forma, ante as pesquisas realizadas e citadas ao longo do trabalho, podemos dizer que a arteterapia com o público Idoso tem ganhado espaço não só nas diversas áreas do conhecimento, mas principalmente com o público-alvo que pode aproveitar dos diversos recursos terapêuticos e com isso adquirir enriquecimento emocional, exploração da criatividade e mantenção da memória de curto prazo e coordenação motora.
- ItemArteterapia e Surdez(UNISA, 2009)O processo arteterapêutico possibilita o autoconhecimento no sentido de conhecimento adquirido e transmitido pelos sentidos e pela consciência. O âmbito deste estudo busca interligar subsídios teórico-práticos relativos ao emprego dos contos de fadas em Arteterapia junto uma paciente adulta surda, com o intuito de auxiliar em seu processo de autoconhecimento e transformação. Trata-se de um estudo descritivo e exploratório, com enfoque qualitativo. A análise dos dados se baseia na mudança de comportamento da paciente durante o percurso, bem como na melhora do nível de comunicação em LIBRAS e ampliação da leitura de mundo. Os conceitos apresentados constituem os princípios básicos da Arteterapia, com o referencial teórico da Psicologia Analítica, na qual me oriento para a execução deste trabalho. A teoria Junguiana da personalidade humana é muito mais ampla do que aqui exposto e vale a pena ser estudada mais profundamente, entretanto, os conteúdos aqui considerados são suficientes para o desenvolvimento do trabalho.
- ItemA arteterapia aplicável nos espaços de apoio pedagógico(UNISA, 2017)Este artigo apresenta possibilidades de trabalho pedagógico especializado, por meio da Arteterapia, com alunos da rede municipal de São Sebastião - litoral norte de SP. Consideram-se não só as propostas de teóricos da área, mas também os documentos que regulamentam a educação especial e, mais propriamente, a inclusão, já que esse trabalho focaliza o atendimento de crianças com necessidades educacionais especiais. Utilizamos como referência a Gestalt-Terapia, que concebe o indivíduo como um sistema aberto, que se desenvolve por meio de intercâmbios criativos com o ambiente. Nesse contexto, a Arteterapia se utiliza de mediadores artísticos, que são os meios empregados com a finalidade de criação, expressão e comunicação, e os EAPEs passam a ser settings arteterapeuticos. Para exemplificar de que forma a Arteterapia pode ser aplicada a diferentes alunos nesses espaços de aprendizagem, utilizamos como referência o que orienta o MEC (2003) e o que a bibliografia da área considera relevante. Tão importante quanto os conteúdos curriculares que se desenvolvem em sala de aula regular, o trabalho terapêutico, de estimulação sensorial e cognitiva, de inclusão e aceitação de si mesmo, considerando as próprias fragilidades, mas, sobretudo, as potencialidades é que leva o profissional do EAPE a possibilitar aos seus alunos o encorajamento e o estabelecimento de relações com o ambiente físico e social, que oportuniza o desenvolvimento de suas competências, estimula a atenção e a criatividade e favorece o bem-estar emocional.
- ItemRecursos Expressivos em Arteterapia com Ênfase na Música: contribuição terapêutica para superação das dificuldades de aprendizagem(UNISA, 2017)Novos pressupostos epistemológicos na área da Educação vêm comprovando os aspectos subjetivos imbricados na relação ensinar/aprender. Tal postura psicopedagógica, levando em consideração a subjetividade do aprendente, busca superar os problemas de aprendizagem, auxiliando-o em seu processo de autoconhecimento e de construção de si mesmo e do conhecimento. Tais pressupostos, embasados em relevante produção científica em neurociência, vem trazendo maior compreensão quanto à forma como o sistema nervoso se estrutura, bem como seu funcionamento em pessoas com desenvolvimento global típico e atípico. O presente artigo busca correlacionar o “fazer artístico” em Arteterapia como uma ferramenta adicional na superação das dificuldades de aprendizagem, posto que tal proposta permite ao indivíduo um encontro entre consciente e inconsciente, onde lembranças, símbolos, ideias e emoções se manifestam ofertando rica oportunidade de compreensão, integração ou ressignificação. Em tal processo de construção pode a música favorecer a mobilização de emoções de modo a ampliar as possibilidades de ação em arteterapia e, por conseguinte, no processo de aprendizagem. Por meio da música como elemento mobilizador no fazer artístico poderá o sujeito percorrer caminhos que o levem a um criativo processo de individuação e estes a caminhos profícuos no processo de aprendizagem. O presente artigo se deve às experiências por mim vividas com canto-coral e instrumentos musicais. Tais experiências, sempre prazerosas, levaram-me a produzir o presente artigo com base em revisão bibliográfica através de artigos científicos, livros publicados, teses de doutorado, mestrado, internet, etc. Uma leitura crítica junto à bibliografia pertinente possibilitou confrontar os achados com a prática em consultório.