Arteterapia

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    Arteterapia: meio de expressão e criação para integração da criança agressiva
    (UNISA, 2009) Guimarães, Rute Almeida
    Esta pesquisa analisa algumas das causas e consequências da agressividade infantil, contribuindo de modo significativo com as crianças/escolas/famílias e Instituições na busca pela melhor solução para as manifestações da agressividade, assim como procura caminhos que levem à superação das dificuldades e frustrações presentes no ambiente familiar doentio e que gera a agressividade – mesmo que inconsciente por parte da família, da sociedade e/ou da própria criança. A Arteterapia utilizada como meio para o bom relacionamento e para a inclusão e reabilitação infantil: na família, na escola e na sociedade. A Arteterapia, meio de expressão e criação, amplia o conhecimento da criança sobre o mundo e favorece seu desenvolvimento cognitivo, afetivo, psicomotor e social, motivo pelo qual não deve faltar na vida de qualquer criança.
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    A arteterapia e o enriquecimento emocional na terceira idade
    (UNISA, 2018) Costa, Rogério de Almeida
    Nas últimas décadas tem se observado que a utilização da arte como recurso terapêutico vem promovendo qualidade de vida emocional principalmente ao público idoso. A sociedade atual, a vida moderna vem observando a crescente população idosa presente não só no contexto social como familiar de forma geral. Dssa forma, ante as pesquisas realizadas e citadas ao longo do trabalho, podemos dizer que a arteterapia com o público Idoso tem ganhado espaço não só nas diversas áreas do conhecimento, mas principalmente com o público-alvo que pode aproveitar dos diversos recursos terapêuticos e com isso adquirir enriquecimento emocional, exploração da criatividade e mantenção da memória de curto prazo e coordenação motora.
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    Arteterapia e Surdez
    (UNISA, 2009) Terada, Mirian Yochimi Kurusu
    O processo arteterapêutico possibilita o autoconhecimento no sentido de conhecimento adquirido e transmitido pelos sentidos e pela consciência. O âmbito deste estudo busca interligar subsídios teórico-práticos relativos ao emprego dos contos de fadas em Arteterapia junto uma paciente adulta surda, com o intuito de auxiliar em seu processo de autoconhecimento e transformação. Trata-se de um estudo descritivo e exploratório, com enfoque qualitativo. A análise dos dados se baseia na mudança de comportamento da paciente durante o percurso, bem como na melhora do nível de comunicação em LIBRAS e ampliação da leitura de mundo. Os conceitos apresentados constituem os princípios básicos da Arteterapia, com o referencial teórico da Psicologia Analítica, na qual me oriento para a execução deste trabalho. A teoria Junguiana da personalidade humana é muito mais ampla do que aqui exposto e vale a pena ser estudada mais profundamente, entretanto, os conteúdos aqui considerados são suficientes para o desenvolvimento do trabalho.
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    A arteterapia aplicável nos espaços de apoio pedagógico
    (UNISA, 2017) Conrado, Rosana Salvini
    Este artigo apresenta possibilidades de trabalho pedagógico especializado, por meio da Arteterapia, com alunos da rede municipal de São Sebastião - litoral norte de SP. Consideram-se não só as propostas de teóricos da área, mas também os documentos que regulamentam a educação especial e, mais propriamente, a inclusão, já que esse trabalho focaliza o atendimento de crianças com necessidades educacionais especiais. Utilizamos como referência a Gestalt-Terapia, que concebe o indivíduo como um sistema aberto, que se desenvolve por meio de intercâmbios criativos com o ambiente. Nesse contexto, a Arteterapia se utiliza de mediadores artísticos, que são os meios empregados com a finalidade de criação, expressão e comunicação, e os EAPEs passam a ser settings arteterapeuticos. Para exemplificar de que forma a Arteterapia pode ser aplicada a diferentes alunos nesses espaços de aprendizagem, utilizamos como referência o que orienta o MEC (2003) e o que a bibliografia da área considera relevante. Tão importante quanto os conteúdos curriculares que se desenvolvem em sala de aula regular, o trabalho terapêutico, de estimulação sensorial e cognitiva, de inclusão e aceitação de si mesmo, considerando as próprias fragilidades, mas, sobretudo, as potencialidades é que leva o profissional do EAPE a possibilitar aos seus alunos o encorajamento e o estabelecimento de relações com o ambiente físico e social, que oportuniza o desenvolvimento de suas competências, estimula a atenção e a criatividade e favorece o bem-estar emocional.
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    Recursos Expressivos em Arteterapia com Ênfase na Música: contribuição terapêutica para superação das dificuldades de aprendizagem
    (UNISA, 2017) Rodrigues, Marcia Corralero Rosa
    Novos pressupostos epistemológicos na área da Educação vêm comprovando os aspectos subjetivos imbricados na relação ensinar/aprender. Tal postura psicopedagógica, levando em consideração a subjetividade do aprendente, busca superar os problemas de aprendizagem, auxiliando-o em seu processo de autoconhecimento e de construção de si mesmo e do conhecimento. Tais pressupostos, embasados em relevante produção científica em neurociência, vem trazendo maior compreensão quanto à forma como o sistema nervoso se estrutura, bem como seu funcionamento em pessoas com desenvolvimento global típico e atípico. O presente artigo busca correlacionar o “fazer artístico” em Arteterapia como uma ferramenta adicional na superação das dificuldades de aprendizagem, posto que tal proposta permite ao indivíduo um encontro entre consciente e inconsciente, onde lembranças, símbolos, ideias e emoções se manifestam ofertando rica oportunidade de compreensão, integração ou ressignificação. Em tal processo de construção pode a música favorecer a mobilização de emoções de modo a ampliar as possibilidades de ação em arteterapia e, por conseguinte, no processo de aprendizagem. Por meio da música como elemento mobilizador no fazer artístico poderá o sujeito percorrer caminhos que o levem a um criativo processo de individuação e estes a caminhos profícuos no processo de aprendizagem. O presente artigo se deve às experiências por mim vividas com canto-coral e instrumentos musicais. Tais experiências, sempre prazerosas, levaram-me a produzir o presente artigo com base em revisão bibliográfica através de artigos científicos, livros publicados, teses de doutorado, mestrado, internet, etc. Uma leitura crítica junto à bibliografia pertinente possibilitou confrontar os achados com a prática em consultório.