Os riscos do uso de semaglutida em pacientes submetidos à anestesia: uma revisão dos impactos no período perioperatório
Os riscos do uso de semaglutida em pacientes submetidos à anestesia: uma revisão dos impactos no período perioperatório
Data
2025
Autores
Gomes, Marcelle Fernandes
Título da Revista
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Título de Volume
Editor
UNISA
Resumo
Semaglutida, agonista do receptor do peptídeo semelhante ao glucagon tipo 1 (GLP-1), é
amplamente utilizada no tratamento de diabetes tipo 2 e na perda de peso. Contudo, seu
efeito de retardamento do esvaziamento gástrico pode aumentar o risco de complicações
anestésicas, como regurgitação e aspiração pulmonar. Este estudo realizou uma revisão
bibliográfica narrativa para avaliar os riscos da semaglutida no período perioperatório.
Foram analisados artigos publicados entre 2018 e 2024, nas bases PubMed e BVS com
foco em estudos clínicos, relatos de caso e revisões. Os resultados indicam que a
semaglutida está associada à presença de conteúdo gástrico residual mesmo após jejum
prolongado, exigindo manejo pré-operatório cuidadoso, como suspensão temporária do
medicamento e avaliação ultrassonográfica. Conclui-se que a comunicação entre
paciente, endocrinologista, equipe cirúrgica e anestésica é essencial para minimizar
riscos.
Descrição
Palavras-chave
Semaglutida, Esvaziamento Gástrico, Anestesia, Aspiração Pulmonar, Risco Perioperatório
Citação
GOMES, Marcelle Fernandes. Os riscos do uso de semaglutida em pacientes submetidos à anestesia: uma revisão dos impactos no período perioperatório. Orientador: Guilherme Erdmann da Silveira. 2025. 15 f. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Medicina) - Universidade Santo Amaro, São Paulo, 2025.