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Raiva animal nos centros urbanos: emergência da doença em morcegos hematográficos

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dc.contributor.author Borges, Ariane Justolin
dc.date.accessioned 2019-06-10T20:35:40Z
dc.date.available 2019-06-10T20:35:40Z
dc.date.issued 2018-11
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/123456789/307
dc.description.abstract Descrita desde 2300 anos antes de Cristo a raiva acabou se tornando uma zoonose cuja distribuição é mundial capaz de infectar espécies de mamíferos domésticos e selvagens. Embora apresente dois ciclos básicos de transmissão, o ciclo silvestre é o que gera maior preocupação, seu reservatório de hábito hematófago propicia a circulação do vírus, devido sua capacidade de se adaptar a ambientes urbanos, além disso os morcegos não são portadores assintomáticos, também adoecem e morrem em decorrência da raiva, sendo responsáveis pela disseminação da doença. Portanto os morcegos hematófagos e os não hematófagos podem acarretar uma reintrodução da doença em populações de caninos e felinos, devido a impossibilidade de se realizar a eliminação deles no meio ambiente, afinal eles têm um papel de suma importância. Logo o objetivo desse estudo através da revisão bibliográfica, é demonstrar como os morcegos tem um papel importante no que diz respeito a saúde pública em áreas urbanas. Através de uma seleção e análise criteriosa de artigos, dados foram obtidos sobre a situação da raiva no Estado de São Paulo nos últimos dez anos (2008-2018). pt_BR
dc.subject Raiva pt_BR
dc.subject Epidemiologia pt_BR
dc.subject Morcegos pt_BR
dc.title Raiva animal nos centros urbanos: emergência da doença em morcegos hematográficos pt_BR
dc.type Working Paper pt_BR


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